Filhotes: quais vacinas o seu pet precisa

Os filhotes no primeiro ano de vida precisam de diferentes tipos de vacinas, como forma de criar imunidade. 

Os cães e demais filhotes, assim como os bebês, nascem sem anticorpos, e por isso, estão sujeitos a doenças. 

Por meio do leite materno os mamíferos recebem a imunização necessária, mas após o desmame é necessário a vacinação, tanto para os animais quanto para os humanos. 

As vacinas fazem parte do cuidado com o seu pet, independente da espécie, raça ou idade.

Vacinar o seu animal de estimação é necessário, sendo uma forma de protegê-lo de doenças, as quais podem prejudicar a qualidade de vida do animal, e até mesmo, levar à morte.

Separamos as principais vacinas, doenças evitadas, e os sintomas de cada uma, e quando devem ser aplicadas. 

Acompanhe a leitura e saiba como proteger o seu pet. 


Vacinas para filhotes 

As primeiras vacinas acontecem entre 6 e 8 semanas de vida do pet, sendo elas a V8, a V10 e a V12

Essas vacinas são conhecidas como polivalentes, pois protegem de diferentes doenças, como: 

  • Cinomose:

    é uma infecção que afeta o sistema nervoso do animal. 
  • Hepatite canina:

    afeta o fígado do cão.
  • Leptospirose:

    ataca os órgãos do animal, como o pulmão e intestino. Causa vômitos, diarréias, hemorragias, dificuldade para respirar e insuficiência renal. 
  • Parvovirose:

    pode levar à desidratação devido a diarréias intensas. 
  • Adenovirose:

    causa gripe intensa que pode levar à pneumonia.
  • Coronavirose:

    parecida com a parvovirose, pode levar o cão a desidratação devido a diarréias.
  • Parainfluenza:

    causa problemas respiratórios.

Outras vacinas importantes são a da gripe canina, a raiva, a leishmaniose e a giárdia. 

  • Gripe canina: 

É causada pelo vírus Influenza A , e assim como em humanos, os sintomas de gripe podem ser leves ou graves, dependendo do cuidado que o pet recebe. 

Em casos sérios, a gripe pode evoluir para uma pneumonia. 

  • Raiva canina: 

Ao contrário das outras doenças, a raiva canina pode ser transmitida para os humanos. É uma doença grave, sendo fatal para o pet. 

A raiva canina possui dois estágios: 

  • O primeiro apresenta sintomas, como: agressividade, ansiedade e medo.
  • O segundo estágio tem como sintoma: salivação, dificuldade em engolir e paralisia. 

Quando o pet chega na segunda fase, geralmente vai a óbito em 48 horas. Por isso, essa vacina é indispensável. 

  • Leishmaniose:

A leishmaniose afeta o baço, fígado e medula óssea do cão. Causa febre, perda de peso, anemia, dor abdominal e fraqueza.  

  • Giárdia:

Essa doença afeta o intestino do cão, e causa desidratação, devido aos vômitos, diarréia e dores no estômago. 

É importante frisar que a responsabilidade quanto à saúde do cão é do tutor. As doenças citadas podem ser evitadas com a aplicação correta das vacinas.

Não arrisque a saúde do seu pet. Quem ama, cuida. 


Meu cachorro já é adulto e não foi vacinado. O que fazer?

Quando o filhote é vacinado corretamente, basta a dose de reforço uma vez ao ano de cada vacina. 

Mas, quando o cãozinho é adotado, ou por outro motivo não recebeu vacinas quando pequeno, a regra a ser seguida é a mesma que para os filhotes. 

Ou seja, a tabela de intervalos entre uma vacina e outra vai ser a mesma, tanto para o cão adulto quanto para o cão filhote. 

É sempre importante que a aplicação e orientação das vacinas seja feita por um especialista, um veterinário. 

Nós, da FugaPet, não incentivamos a compra de vacinas e aplicação em casa. 


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